
O DIVINO QUE CONHECI
Não é Ele! Foi a primeira ideia que me passou pela mente quando li as Sagradas Escrituras. O Deus que ensinam os pseudorreligiosos não é o mesmo que encontrei na Bíblia. Esse que conheço, sigo e amo é humilde, compassivo e disposto a perdoar as nossas falhas. Ele não é acusador nem interesseiro. O serviço de amor é gratuito e sem esperar recompensa ou favores em troca.
Acreditar em Deus não me acorrenta nem me limita, ao contrário, Ele me favorece com opção de infinita liberdade: de escolha, de caráter, de pensamento e de ir e de vir. Há, lamentavelmente, quem use a sua Palavra como ferramenta de controle. Seja para conquistar riquezas ou poder. O filme “Livro de Eli” insinua essa ideia. Atualmente a mesma história se repete. A comercialização da fé tem feito os fiéis se esquecerem do verdadeiro Deus e das suas convicções.
O Deus que acredito me faz amar as pessoas como Ele, indistintamente das suas ideias, sobre o que pensam ou agem diferente de mim, porque amo cada indivíduo e respeito as suas escolhas. Tenho forte ligação com o Ser Eterno e uma intimidade imensa, de brincar com a assinatura DEUSjanira*, porque Ele vive em mim. *Isso não é blasfêmia, é amor genuíno. Ele sabe!